Os Saltimbancos Trapalhões, a nostalgia e um novo filme

O grupo de humor mais famoso do Brasil retorna no dia 19 de janeiro com Os Saltimbancos Trapalhões rumo a Hollywood

Falar de Renato Aragão é falar de um dos artistas mais longevos e em atividade do mundo. Aos 82 anos, o nosso eterno Didi está em plena atividade e assinando seu filme de número 50. Como falamos aqui em nossa cobertura da Comic-Con Experience (CCXP), Didi divulgou a data de estreia de Os Saltimbancos Trapalhões (que não é um remake do filme de 1981, que contou com a saudosa formação do grupo, com Mussum e Zacarias), meio sem querer. Mas o dia 19 de janeiro está chegando, e a Vigília não podia ficar fora dessa. Confira o trailer abaixo:

Didi também foi o homenageado especial da CCXP e não conteve as lágrimas ao lembrar dos antigos colegas do grupo. “Não costumo ver as produções antigas justamente por isso”, justificou à época. O outro remanescente da época clássica d’Os Trapalhões, Dedé Santana, também está no filme, além do famoso sargento Pincel (Roberto Guilherme), Alinne Moraes, Marcos Frota, Marcos Veras e Livian Aragão. A história de Os Saltimbancos Trapalhões – rumo a Hollywood, apesar de não ser igual, bebe muito na fonte da obra Os Saltimbancos (musical infantil inspirado no conto Os Músicos de Bremen) e que no Brasil ganhou músicas e adaptações de Chico Buarque, que inclusive gravou uma nova para esta produção. Mesmo não sendo o auge d’Os Trapalhões, a obra deve nos fazer rir e chorar, com algumas surpresas e homenagens ao grupo oficial, além de render uma bela sessão de nostalgia da época em que o grupo de humor lotava o circuito oficial de cinema brasileiro e ainda fazia longas filas de espera.

Curiosidades de “Os Trapalhões”:

  • O grupo surgiu na década de 60;

  • O programa estreou na TV Record e de forma nacional em 1974, na extinta TV Tupi;

  • Os Trapalhões estão no Guinness, o Livro dos Recordes, por ser o programa de humor com maior tempo de duração na televisão: 30 anos;

  • Com o quarteto clássico (Didi, Dede, Mussum e Zacarias) foram produzidos 21 filmes;

  • O fenômeno foi tão grande que sete das dez maiores bilheterias nacionais são de filmes d’Os Trapalhões.

 

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