O que mais gostamos no trailer de Thor Ragnarok

Semana atrás, em uma de suas muitas participações nas redes sociais, o diretor de Guardiões da Galáxia (Vol. 1 e 2) e produtor executivo de Vingadores: Guerra Infinita, James Gunn, sentenciou: “Sim, já vi o trailer de Thor: Ragnarok, e é o melhor trailer que já vi em minha vida”. Passado o anúncio oficial e a divulgação do trailer, pudemos testemunhar o que James Gunn falava. E, se não for um dos melhores trailers da vida, olha… quase chega lá.

Thor Ragnarok agitará os cinemas em novembro, batendo de frente com os principais campeões da DC Comics/Warner no primeiro filme da Liga da Justiça. O longa da concorrente da Marvel chegou e já lançou dois vídeos com algum conteúdo, um na Comic-Con em San Diego, e outra agora em março. Nenhum deles, porém, com a assinatura do que vimos nesta segunda-feira, dia 10 de abril.

Pela primeira vez temos um diretor do cinema alternativo (não estou contando Edgar Wright) colocando as mãos em um produto da Disney/Marvel. Taika Waititi, cineasta neo-zelandês é desses que colocam personalidade em seus filmes. Assistir O que fazemos nas Sombras (tem na Netflix) e A incrível aventura de Ricky Baker é tema de casa para quem ainda não o conhece. Esse último inclusive foi citado por diversos veículos especializados como um dos melhores filmes de 2016. Dito isso, ele constrói o trailer com a narração de Thor. Afinal, precisamos de algumas explicações. E sem explicar muito, ele nos pergunta: “Como tudo isso aconteceu?”. E sim, precisamos dessas respostas. Afinal, Ragnarok é o fim de tudo no mundo e na mitologia nórdica. É pra lá que a Marvel e seus executivos quiseram nos levar. A resposta vem, mas não responde muito: “Essa é uma longa história”, e pelo jeito só vamos ver no cinema mesmo (que assim seja).

A partir daí somos jogados as cenas e ação da melhor qualidade, ao som de Immigrant Song, da lendária banda de rock Led Zeppelin. E tem tudo a ver, não é lá uma música tão gratuita, como Bohemian Rhapsody no Esquadrão Suicida. Vemos Asgard, muitas cores e os letreiros coloridos do filme, no melhor estilo videogame dos anos 80. A bela Cate Blanchett, que encarna a vilã Hela, diz: “Asgard está morta”. Ah, aqui já vimos o que ela conseguiu fazer com Mjolnir, o famoso martelo do filho de Odin, e também toda sua roupa clássica.

Thor é lançado dos céus para um planeta desconhecido (mas já sabemos que é Sakaar, afinal teremos não só o Ragnarok, mas também Planeta Hulk!). É lá que ele será jogado às arenas de gladiadores e enfrentará o seu até então “colega de trabalho” (uma bela piada, mais um ingrediente de Waititi). De quebra temos a resposta de onde Hulk (Mark Ruffalo) chegou com o quinjet após Vingadores: Era de Ultron. Antes disso ainda vemos Hela barbarizando e o nosso amigo Heimdall (Idris Elba) e Loki (Tom Hiddleston) dando seu ar da graça. Pronto. Finalizamos com o embate Thor vs. Hulk. A assinatura e desfecho do trailer para deixar todo mundo salivando (e sem entregar ou estragar a história) e se perguntando: Falta muito pra novembro? 

Preparados para a treta?

Ps: A Vigília estará na CCXPTour a partir de quinta-feira e vai participar do painel Marvel Studios diretor de Recife (PE). Será que teremos novos ingredientes por lá! Estamos cruzando os dedos.

 

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