MasterChef Profissionais: o ponto da eliminação

O capítulo de terça-feira, dia 26 de setembro, do MasterChef Profissionais foi mais uma prova de que os chefs jurados estão com sangue nos olhos. Paola, Jacquin e Fogaça não estão poupando ninguém, fazendo os ânimos dos cozinheiros concorrentes aflorar a cada degustação dos pratos colocados à prova. Chega a dar dó dessa nova geração de participantes. Mas vamos lá, quem tá na chuva é pra se molhar.

Como de praxe, o capítulo começou com a famosa caixa misteriosa. Nela, o carré voltou, e junto dele ingredientes como pupunha (não entendemos porque não falam palmito, mas ok), castanhas, maracujá e outras coisas que nunca se ouve falar. Depois da caixa principal, uma mini-caixa com mais uma surpresa: nela estava o único elemento que seria obrigatório na receita. E cada um dos participantes ganhou uma coisa diferente.

Raissa foi a primeira e ganhou Tâmaras. Lubyanka (a nossa friend que sempre mete um inglês em qualquer frase) ganhou queijo azul de cabra. Raví tirou pimenta jamaica amarela. Clésio ganhou abacate. Francisco ficou com café em grãos. Angélica com frutas vermelhas. Mirna com chocolate. Guilherme com chouriço, Irina com abóbora cabotiá. Monique pegou batata yacon e pablo ganhou melão de São Caetano, algo que nenhum deles tinha ouvido falar.

Mais uma vez, Francisco se mostra extremamente seguro. É lindo ver ele cozinhar. Inclusive, quando ele apresenta, parece que a sua segurança incomoda Jacquin. Seria ego? Aliás, essa seria uma boa explicação do porquê estão tão ariscos os chefs nesta edição. Quem não deve não teme! Lubyanka ainda não mostrou a que veio (ou seria ranço nosso?) e acaba não sabendo o que fazer com o queijo de cabra, para tristeza de Jacquin. Pablo se atrapalha com o amargor do Melão de São Caetano e faz um prato que rende caretas dos jurados.

Francisco e Raissa são os destaques da noite. O melhor prato foi de Francisco, que escutou que venceu pela genialidade. Ele disse que “estava precisando ganhar uma prova” e Ana Paula remendou: “você vai precisar ganhar muitas provas. E aqui, ganha quem consegue ter a cabeça no lugar”. Foi o momento ~Ouch!~ do dia. Guilherme, Pablo e Lubyanka levam a pior e não podem participar da prova de pressão, que tira alguém da eliminação. É uma prova onde eles precisam fazer macarrão, da forma mais italiana possível, em 20 minutos, com os ingredientes na bancada. Nesta prova tivemos um Fun Fact! Paola lembrou que não se cozinha massa com a tampa, assim o amido solta e não pega no molho. Interessante. Você sabia disso?

Irina foi apresentar a massa dela e conseguiu começar com “fiz um prato muito saboroso” e usou o adjetivo “pedaçudo”. Menos, queridinha. A massa que mais dava vontade de comer era de Raví. Uma carbonara a lá Master Of None. Mirna foi para o Lámen, e usou tanta coisa (parece que todos os ingredientes da bancada) e conseguiu deixar sem tempero. Mas quem levou a melhor foi a arrogante Irina. Jogadores realocados. Vamos para a prova de eliminação.

 

PAUSA PARA: uma vaca VIVA entrou no set. Isso mesmo. Trazida para o estúdio, Paola sentencia “essa prova vai dar o que falar”.  “Eu me considero uma pessoa cruel. Sim, eu como carne”, diz a chef.

Para começar a prova, tivemos o leilão de pedaços de carne pago por minutos de prova (uma novidade que surgiu na temporada passada do MasterChef amadores). Monique sai com 35 minutos a menos de prova para cozinha um Kobe Beef. O segundo prato podia estar na cesta de compras das nossas mães: língua, que foi arrematada por Mirna. Lubyanka compra um Prime por 50 minutos, sobrando apenas 25 minutos para cozinhar. E se arrepender muito depois. “Eu não prestei atenção na Matemática”, disse ela. Pablo fica com o rabo, e quase fica no limite máximo para a carne não ficar dura. A Bisteca custou 45 minutos de Raví. Angélica levou a maminha por 28 minutos. Clécio leva a bochecha por 22 minutos e Guilherme perde apenas 20 minutos e fica com o fígado. Mas né?

Mirna fez um prato que Paola classificou como o pior que a chef já fez na competição. Monique fez uma carne com um ponto perfeito, mas como ela usa uma técnica de não salgar a carne, os jurados acharam que faltou sal. Questionado sobre um dos ingredientes que colocou, Clésio responde “porque ia ficar bom, uai”. O mineiro foi às lágrimas falando sobre a participação no programa e foi consolado por Paola (foi um momento bem forçado, parece que com o tempo as pessoas já tentam apelar para a emoção). Raví apostou no “menos é mais” e recebeu elogios, inclusive de Paola, dizendo que o Chimichurri dele estava melhor que o dela. Guilherme serviu um fígado totalmente cru. Não agradou os jurados. Pablo cozinhou rabo e segundo Paola, “faltam horas de panela”. Mas o sabor ficou bom. Lubyanka agrada os chefs e é chamada de enigma (big question, ela diria). Angélica está doente e serve um prato sem muita animação. “O prato parece com gripe”, disse Paola.

Angélica, Pablo, Clésio e Lubyanka ficaram no limbo. Nem melhores, nem piores. Raví e Monique se destacaram na prova. Mas a escolha pela simplicidade de Raví venceu a prova. Os piores ficaram entre Mirna e Guilherme. O fígado cru eliminou Guilherme. E foi realmente uma eliminação merecida. O ponto de sua carne foi algo que ele não conseguiu explicar. Embora não fosse um cozinheiro muito seguro em suas receitas, o rapaz parece ter conquistado os colegas. A emoção e o choro tomaram conta dos demais competidores, que seguem firme rumo aos próximos episódios.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *