Deu bolo no episódio 100 do MasterChef (ou não)

Chegamos ao episódio de número 100 do melhor programa da TV aberta do Brasil. A edição atual do MasterChef pode não ser a melhor, mas continua com o ritmo que nos fez gostar da competição culinária para cozinheiros amadores. E com 100 programas alcançados na terça-feira, dia 11 de julho, tivemos a última prova em grupo desta edição, e claro, a eliminação de um dos oito remanescentes.

Dessa vez, a prova em grupo não manteve o padrão das anteriores, quando tradicionalmente venciam os competidores que ficavam com o avental vermelho e sem a veterana Mirian no grupo. Embora todos os participantes estivessem destacando nos depoimentos o receio de ficar no grupo dela, dessa vez o jogo virou à favor da, até então, treteira das provas coletivas. O desafio também foi diferente, mesclar culinárias relativas aos países de refugiados no Brasil e deixá-las com um toque típico brasileiro. Pois é, nem nos pergunte como isso é possível.

Na prova em grupo tivemos mais um sessão sangrenta. Em pouco tempo Victor V., Leo e Fabrizio conseguiram atorar os dedos com o uso da faca. Um clássico do MasterChef. Pontos (mas não aqueles de curativos) para Fabrizio, que conseguiu se cortar duas vezes. Equipe de Mirian contava com Victor V., Deborah e Victor Bourdignon. Já seus opositores estavam com Michele, Valter, Leo e Fabrizio. A equipe da capitã Mirian entregou um arroz que parecia carreteiro de acampamento, enquanto a da capitã Michele não mostrou nenhum toque “típico” brasileiro na sua releitura. O desempate da prova ficou com os chefs Jacquin, Paola e Fogaça, e quem levou a melhor foi Mirian, Deborah, Victor V. e Victor Bourdignon. No mezanino da prova de eliminação, eles causaram.

A zoeira sem limites do mezanino

Na prova de eliminação, Leo, Fabrizio, Michele e Valter tiveram que fazer bolo. A sobremesa, que não é muito corriqueira para as provas do MasterChef já causava pânico nos competidores antes mesmo do início da prova. No mezanino, os vencedores da última prova em grupo estavam todos muito alegres e “pimpões”. Eles não esconderam a alegria e chegaram a brincar com balões de gás hélio que faziam o cenário da prova. A clássica brincadeira de engolir o gás para alterar a voz. “Vocês não tem mais nada para fazer não?”, questionou um indignado Leo enquanto se virava entre massa de pão de ló, coberturas e recheios para seu bolo.

O resultado dos bolos foi muito diferente para cada um dos competidores. Fabrizio entregou o mais bonito deles, mesmo que tenha repetido o processo do pão de ló por ter errado na primeira. Leo tentou enfeitar demais e fez um bolo bem estranho, só não foi mais estranho que o de Valter, todo coberto com uma espécie de merengue. Já Michele entregou um bolo que parecia feito para festa de criança, todo rosa e bem feinho também.

Mas como já diz o ditado, beleza não põe mesa. E quem, surpreendentemente se deu bem foi o catarinense Valter. Pela quinta vez ele venceu uma prova individual e comemorou muito. Michele também se livrou e quem foi para a berlinda foi Leo (sempre indignado com os apontamentos dos chefs) e Fabrizio. Pior para o baiano, que já demonstrava tendência para ser eliminado em outras ocasiões. O bolo mais bonito era o menos bom. Deu pena ver os chefs provando tanto bolo. Estamos até agora empanturrados só de ver a degustação. Agora, teremos somente provas individuais e sete competidores, o que deve apimentar ainda mais a competição, que na avaliação da Vigília, vem sendo a mais sem sal de todas as edições. Queremos mais polêmicas. Queremos o famigerado João (o treteiro do MasterChef profissionais de volta!).

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