Dark Universe: os monstros da Universal estão chegando

Estúdio vai recontar clássicos do cinema entrando na onda dos universos expandidos

O modelo de Universo Expandido criado com sucesso pela Marvel Studios/Disney vem ganhando cada vez mais adeptos. Depois da principal concorrente nos quadrinhos, a DC/Warner iniciar seu projeto com O Homem de Aço e Batman Vs Superman (Zack Snyder) e Mulher-Maravilha (Patty Jenkins), outros grandes estúdios abriram o olho para a receita que promete, além de muitos blockbusters, a ideia de mundos únicos onde diferentes personagens, histórias e acontecimentos impactem uns nos outros. E claro, no final, a grana entra.

Depois dos estúdios encarregados pelas adaptações cinematográficas dos maiores heróis das histórias em quadrinhos, foi a vez da dobradinha Legendary e Warner entrar na jogada. Com os mesmos recursos utilizados pela Marvel e uma base formada por uma sala de roteiristas, o universo de monstros gigantes foi lançado em Kong: A Ilha da Caveira (Jordan Vogt-Roberts), já com elementos do filme Godzilla (Gareth Edwards) e lançando em uma clássica cena pós-créditos (alguém gritou Marvel aí?) mostrando que além de Kong, temos mais monstros, aliás muitos mesmo, soltos pela Terra. O MonsterVerse ainda nos trará Godzilla: King of Monsters, em 2018, sob direção de Michael Dougherty, que trabalhou nos roteiros de Superman: O Retorno e X-Men: Apocalipse, e que contará em seu elenco com Milly Bobby Brown (a Eleven de Stranger Things), Vera Farmiga e Kyle Chandler, e um muito aguardado Godzilla Vs. Kong, em 2020. Este último sob direção de Adam Wingard, do (eca) último remake de a Bruxa de Blair.

Agora, o caminho das pedras será percorrido pela Universal. Logo nos primeiros dias de junho teremos a introdução do Dark Universe, com o novo “A Múmia”. Dirigido por Alex Kurtzman, este universo apresentará uma nova versão do clássico A Múmia, de 1932. Sofia Boutella será a embalsamada Ahmanet, e Tom Cruise viverá o explorador Nick Morton. O filme também vai introduzir como principal organizador deste novo universo compartilhado, a misteriosa organização chamada Prodigium. E o responsável por ela será ninguém menos que o Dr. Henry Jekyll (Russell Crowe), ou seja, o protagonista de mais um personagem monstro, de O Médico e o Monstro. A missão desta empresa será “destruir o mal incorporado na forma dos monstros”. Mais um parênteses, o nome Dark Universe rendeu até uma polêmica com a DC, que já possui o seu próprio Dark Universe. A treta está rolando.

Mas a Universal não brincou quando escalou seus atores para o Dark Universe. Além do astro Tom Cruise e do oscarizado Russell Crowe, teremos Javier Bardem, como Frankenstein, e Johnny Depp como o Homem Invisível. Bardem é o próximo da saga, na nova versão de A Noiva do Frankenstein. A direção será de Bill Condon, também vencedor do Oscar. A produção ainda não ganhou a atriz que irá contracenar com o ator espanhol. Segundo o estúdio, a informação será divulgada em breve, no entanto, já tem data de estreia: 14 de fevereiro de 2019.

O elenco que queremos, mas não merecemos!

E quando se trata de Universos, nada melhor que termos uma coesão nos tons, designs e ideias nesses filmes. Para isso, a Universal buscou o tema musical assinado por Danny Elfman. O novo logo e layout criado é obra da empresa de efeitos visuais WetaDigital, das trilogias O Senhor dos Anéis, O Hobbit e Avatar. Também participam de toda a organização o produtor Chris Morgan (Velozes e Furiosos 8), Christopher McQuarrie (da série Missão Impossível e Os Suspeitos) e David Koepp (Guerra dos Mundos e Jurassic Park).

Lembrando que o Dark Universe começa dia 8 de junho, com a A Múmia.

E você? O que acha da fórmula dos Universos Expandidos e todas essas ideias? Deixe o seu comentário na Vigília!

 

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